quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Conograma de cursos 2017 Instituto Léo Calheiros e Sidney Duarte

Cronograma de cursos e eventos 2017


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Saia do beco sem saída! Estude!


Muitos profissionais se encontram em um beco fechado quando o assunto é Técnica de implante de pigmento. Atualmente com o crescimento desenfreado de cursos e o aumento de professores no mercado ficou muito complicado adequar este contingente de profissionais que foram lançados no mercado. A uniformização de técnicas fica cada vez mais difícil pois cada novo professor se espelha no que aprendeu e da maneira que aprendeu e repassa assim sem uma base substancial que ampare a maioria das técnicas. Por outro lado teremos também profissionais que por preferirem economizar vão tentando descobrir sozinhos lendo uma coisa aqui e outra ali, pegando dicas em balcões de feira, assistindo vídeos na internet...Ou seja falarmos a mesma língua com relação a técnicas está cada vez mais complicado e quem perde com isso é a profissão que fica cada vez mais desacreditada e os clientes que acabam fazendo procedimentos errados onde o profissional nem sabe disso. 


Uma grande questão é o modismo dos fios que se seguiu logo pelo uso do Tebori na técnica de Microblading. Até aí tudo seria normal se a criatividade não ocupasse o lugar da responsabilidade. Esse invencionismo característico de nossa profissão pode ser a pá de cal que irá sepultar certos profissionais de Micropigmentação em breve. Atualmente colocar “d” no Realismo ou no Fio a fio já não é suficiente. Antes 3D eram suficientes hoje já temos 6D e continuam a colocar mais letras por aí...outro ponto importante é a quantidade de técnicas que surgem, onde na maioria dos casos não temos uma técnica em si (embora seja vendida assim) mas tão somente um modo de fazer, e esta apresentação toda é comum aos profissionais estrangeiros e muitos profissionais brasileiros já estão indo pelo mesmo caminho onde o importante é fazer o bom e velho Marketing. Até hoje eu conheço duas técnicas possíveis para se fazer os fios com Dermógrafo, todo o resto é apenas modo de fazer. Com Tebori temos também duas possibilidades técnicas de esculpir os fios, todo o resto é tão somente o modo de fazer. A distribuição dos fios não é uma Técnica em si, mas é o modo de fazer que muitas vezes é característica marcante do trabalho de certos profissionais.

Quando falamos de efeitos e resultados, vamos unir técnicas e modos de fazer criando variações de manobras que nos darão efeitos distintos ou até parecidos, mas seja como for teremos como alicerce sempre as técnicas de base. Se hoje é tão difícil fazer um fio com Dermógrafo é fácil detectar a fragilidade técnica do profissional nestas bases técnicas do implante de pigmento na pele.
Como neutralizar a cor inadequada de uma sobrancelha? Como esfumar? São duas questões distintas, porém basicamente com a mesma resposta. Daí como aposentar o Dermógrafo se precisamos dele para realizar estes dois procedimentos tão comuns de forma rápida?
Se vamos esfumar uma sobrancelha que nunca teve um procedimento ou que esteja bem apagadinho podemos usar indutores manuais para isso. E com todo respeito aos colegas que se intitulam pioneiros na área já trabalhamos com indutores manuais há mais de 15 anos inclusive muitos vão se lembrar do falecido Professor Walcler que foi nosso aluno preparado por nós pra assumir na época uma das maiores escolas tinha as sobrancelhas levemente esfumadas por mim com uso do Tebori! Outros profissionais com tempo de verdade vão se lembrar que dei inclusive aula sobre o tema mas há anos atrás os nossos clientes não estavam ainda preparados para assumir a “manualidade” artesanal que o Tebori nos proporciona!

Da mesma forma vejo que esfumar e compactar estão diferenciadas apenas por um único movimento do dermógrafo e não é bem assim.


Vejo profissionais tentando dar cobertura e neutralizar sobrancelhas com cores inadequadas somente com fios sem ao menos aplicar a cor do pigmento corretamente. Mas o resultado disso é assustador pois basta colocar uma foto bonita na internet para que aquilo se torne uma verdade absoluta. Como fazer fios para corrigir uma sobrancelha antiga e neutraliza a cor ao mesmo tempo? Em breve teremos uma sobrancelha com duas cores, o que resultará em mais trabalho e até mesmo impossibilidade de deixar o rosto da cliente mais bonito com trabalhos mais leves. Onde passamos o pigmento capaz de corrigir ou seja neutraliza a cor, ótimo, porém onde não foi colocado o fio, e nos espaços entre um fio e outro permanecerá com a cor antiga sem neutralização. Este pensamento que parece ser óbvio, não está sendo posto em prática, infelizmente.

No dia que fazemos a cobertura com fios, o fenômeno de refração da luz, nos dá a ideia enganosa de que foi feita a neutralização, mas não passa de um embuste, é uma ilusão ótica mesmo, mas após alguns dias com a cicatrização conseguimos ver que não houve a prometida neutralização de cor. E muitas vezes o resultado é desastroso. Duas cores na mesma sobrancelha.

Outra reclamação comum é com relação a fixação do pigmento, mas esquecemos de que dependerá mais da técnica usada e do profissional do que do material em si. Uma vez que os pigmentos liberados atualmente pela ANVISA estão em conformidade com as leis sanitárias vigentes e possuem como bases os pigmentos orgânicos e ou inorgânicos usados em todo mundo. Na maioria das vezes o problema está na técnica eleita, na agulha usada que muitas vezes já vem sem “corte”, está na recomendação do “pós” procedimento e até mesmo da pele da cliente. Se uma pessoa, ou melhor um profissional que seja consegue usar tal material em seus clientes e tem bons resultados eu me pergunto o que acontece com os outros que não conseguem ou que possuem resultados não tão bons.




Outra coisa que observo é que alguns seguem muito mais uma receita de bolo do que um raciocínio lógico. Nossa profissão não possui uma receita única de sucesso e de resultados perfeitos. E a resposta é muito simples, não aplicamos tinta em paredes, implantamos tinta em um ser vivo, em sua pele, que é um órgão de defesa, é a barreira mecânica mais eficaz criada para conter invasores e extravasamentos desnecessários. E cada ser humano é único em tudo, até mesmo quando fazemos o mesmo procedimento em gêmeos univitelinos, a pele de cada um reagirá de uma maneira. Por isso antes de se culpar ou achar que voce não é capaz, pense e avalie todas as possibilidades.

Prof Léo Calheiros

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O Mistério do sub tom de pele parte II

Olá amigos tudo bom? E para quem não me conhece sou Professor Léo Calheiros, e estamos todos já na correria de fim de ano não é mesmo? Pois é eu também e por isso demorei um cadinho e escrever aqui pra vcs mas não esqueci não…apenas a correria do dia a dia não facilita as coisas. Mas vamos lá hoje quero falar pra vocês a conclusão da última matéria escrita sobre o tal subtom de pele aquele que é um grande mistério para muitos profissionais.

Se você ainda não leu a 1º Parte do Artigo O MISTÉRIO DO SUB TOM DE PELE: http://leocalheiros.blogspot.com.br/2016/09/o-misterio-do-sub-tom-de-pele.html
Em geral se falava muito que fototipos claros são considerados quentes e que os fototipos mais altos são considerados frios não é mesmo? No entanto nós observávamos que não era bem assim que aconteciam as coisas rsrsrs e fomos em busca de entender o que estava de fato acontecendo!
Então essa definição foi emprestada do Visagismo e não sei em que momento acharam que isso faria sentido na Micropigmentação. Bom deixem que eu explique primeiro.
http://beleza.culturamix.com/estetica/tecnica-do-visagismo-saiba-tudo-sobre-essa-novidade

No Visagismo, segundo Hallawel, existem tons de pele quentes e frios. Até aí tudo bem, pois estamos falando da cor que visualizamos externamente, cores já somadas ou seja, as cores de melanina, vascularização, carotenos presentes e até colorações determinadas por certas doenças…mas não importa! São cores que vemos já no total ao olharmos para um indivíduo, onde poderemos indicar as melhores cores de cabelo, roupas e maquiagem para a cliente. Ok. Fechamos o raciocínio? No Visagismo, observamos essa chamada cor ou subtom da pele e definimos o conjunto da obra.
O grande problema foi o momento que fizeram este link com a Micropigmentação e, entendam, complicaram tudo ao afirmar que existiria mistura da melanina com o pigmento exógeno a ser implantado. Como se uma reação química fosse acontecer entre a melanina e a tinta.
Tecnicamente esta reação química não é possível, temos duas situações para provar isso, onde a primeira é a diferença de profundidade em que cada uma se encontra, sendo a melanina muito superficial, está depositada acima da tinta que será implantada e depois o fato de não haver uma interação química ou reação química entre melanina e pigmentos.
Outra coisa importante, é que dentro dos estudos de Dermatologia esta classificação de cores e subtons nem existe, ficando restrita aos fototipos, provando que embora exista a classificação entre quente e frio, isso é apenas algo estético, de aplicação ao contexto do Visagismo e seus estudos na maquiagem convencional, cabelo e vestuário. Imaginem, eu mesmo poderia ser classificado como quente, de subtom vermelho. Se eu fizer uma tatuagem em mim, uma rosa amarela por exemplo ela não vai ficar laranja por isso…ou se eu fizer uma rosa azul ela não ficará roxa pelo fato de eu ser avermelhado…
Fototipos mais altos apresentam subtons mais visíveis sim, e estes podem interferir na revelação da cor, vejam, uma pele marrom escura, não vai revelar bem uma tinta marrom ali sobre ela…quanto mais alto for o fototipo, menor será a revelação da cor. Tendo um fototipo alto teremos uma cor de fundo que sim pode nos atrapalhar e não podemos nos esquecer das regrinhas da Colorimetria: quanto mais escura uma cor, maior é a quantidade de reflexos azuis. Isto serve para cor de pele: quanto mais escuro, mais reflexo azul veremos na pele, mas ainda assim não significa que teremos reação química de melanina com tinta.
    


Por isso, a preocupação com a técnica de implante deve ser constante, assim como peso de mão, a escolha da cor e o seu equilíbrio antes da aplicação. Cores aplicadas na pele sempre vão degradar, afinal é isso que queremos na Micropigmentação: que degradem e durem, em média, até no máximo 2 anos.
Essa degradação é o clareamento da cor, então se esta cor da tinta entrar na pele com tons frios, ela vai degradar para o frio; e se entrar na pele com tons quentes, vai degradar para o quente; já que não há modificação na temperatura da cor somente pelo seu clareamento. Já escrevi sobre saturação e profundidade; e você pode verificar aqui neste BLOG mesmo essa matéria, e assim, podemos linkar os conhecimentos. Entendendo a mecânica da mudança de cor e a relação entre a Biofísica e a Colorimetria, entendemos nosso resultado.
É isso gente, não podemos misturar as estações e muito menos generalizar… a busca de conhecimento deve ser incessante e bons cursos com professores que possuam conhecimento e conteúdo são de suma importância. Estudar e manter-se informado faz toda a diferença, nos destacando no mercado de trabalho. Você tem o poder de escolher e decidir, afinal, se quer um milagre, seja você este milagre! Até a próxima! Um grande beijo no coração de todos, do professor Léo Calheiros!
Trabalho realizado em nosso Instituto

As referências de bibliografia estão na última matéria! Dê uma olhadinha lá e fique por dentro de outros assuntos interessantes! Afinal você já me conhece e sabe que aqui comigo tem conteúdo! Ciência na Micropigmentação!



FOTOS TATUAGEM:

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

CRONOGRAMA DE CURSOS 2017

Cronograma de cursos 2017 

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